Dark Horse: A Chegada do Filme Sobre Jair Bolsonaro com Data de Lançamento e Pôster Revelados

Em destaque, Jim Caviezel anunciou que o filme já possui data de estreia nos cinemas.

O filme, que gerou controvérsias tanto pelo seu tema quanto pela produção, teve seu lançamento confirmado para o dia 11 de setembro de 2026, conforme revelou o ator Jim Caviezel em suas redes sociais.

Caviezel interpretará Jair Messias Bolsonaro, ex-presidente do Brasil. A trama abordará os bastidores de sua campanha vitoriosa, além de explorar uma suposta conspiração envolvendo adversários políticos e organizações criminosas que planejavam sua morte.

O que é Dark Horse?

Dirigido por Cyrus Nowrasteh e filmado em segredo por um longo período, Dark Horse promete apresentar um “retrato honesto” da vida de Bolsonaro. Contudo, a descrição do filme indica que ele incluirá elementos fictícios para enriquecer a narrativa do político.

  • A história central gira em torno do ataque à faca que o então candidato à presidência sofreu durante uma campanha em Juiz de Fora, em 2018;
  • O filme também relembrará o passado de Bolsonaro como militar, evidenciando os desafios que enfrentou ao confrontar traficantes;
  • Com um elenco internacional, o roteiro é assinado por Mario Frias, ex-Secretário de Cultura do governo Bolsonaro;
  • A estreia ocorre pouco antes das eleições de 2026, e há expectativa de que impacte o pleito;
  • De acordo com Caviezel, a produção é importante para todos que estão atentos às eleições.

Além de Caviezel, conhecido por papéis em produções como Som da Liberdade e Paixão de Cristo, Dark Horse contará com vários atores internacionais, incluindo o mexicano Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro e o norte-americano Eddie Finlay no papel de Eduardo. O personagem Carlos será interpretado pelo brasileiro Sérgio Barreto.

Produção conturbada de Dark Horse

A obra não só retrata uma figura polêmica da política brasileira, mas também tem causado polêmica devido ao seu financiamento. O longa enfrentou críticas após a revelação de que uma música de Beyoncé foi utilizada nas promoções sem autorização.

Além disso, a forma como foi financiado gerou discussões. De acordo com informações do Intercept Brasil, houve uso ilegal de fundos da prefeitura de São Paulo, em um contrato assinado por Karina Ferreira da Gama. Entretanto, o Instituto Conhecer Brasil defendeu sua regularidade, afirmando que todos os processos seguem normas contratuais rigorosas.

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